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Força Sindical tenta barrar os transportadores escolares em votação da própria categoria
O sindicalismo, a representação da categoria no Brasil, é um fenômeno social, e como todos os fenômenos sociais, os seus limites são o proveito ou prejuízo que trazem, no caso à categoria.

E a central força sindical, no dia 22.05.2005 (domingo) em Osasco – SP, provou ser para a categoria dos transportadores escolares autônomos, um prejuízo inaceitável, já que tentaram impor aos verdadeiros transportadores escolares autônomos de Osasco e Região uma FARSA, uma burla, tentando em uma assembléia passar diversos integrantes de outras categorias e desempregados que eram pagos por eles, como se fossem da classe dos transportadores escolares. Ainda, com a utilização de uma porta de ferro e capangas, impediam que os verdadeiros transportadores escolares adentram-se no recinto da convocação para votar, quando iniciasse a assembléia.
Infelizmente essa prática é muito utilizada no movimento sindical, principalmente pela central sindicais, que usam os desempregados ou no jargão do sindicalismo “ratos de sindicatos”, “Roedores”, que são pagos para se passarem como fossem membros da categoria, principalmente quando ocorre uma assembléia.
Todavia, felizmente, em nossa categoria de transporte de escolar, tais práticas dificilmente encontrará êxito, primeiro que temos nossa Líder Maior Lurdinha Rodrigues, segundo que as nossas lideranças conhecem quase todos os integrantes da classe e fica fácil desmascarar esse tipo de farsa, essas práticas criminosas e atrasadas, que nos lembra muito as práticas do coronelismo nordestino e dos jagunços do norte de nosso país.
Esse é um vício que deve acabar no movimento sindical brasileiro ou será a própria derrocada do sindicalismo em nosso país.
Nossa classe não se intimidou até porque junto com os farsantes estavam apenas 9 (nove) transportadores escolares incluindo o que assinou o edital de convocação no jornal como comissão organizadora, sendo que um deles havia concorrido na eleição do ano de 1997 para Diretoria do SINTEOR e sua chapa recebeu o ridículo 16 (dezesseis) votos, onde a chapa continha 12 (doze) membros, tendo portanto apenas 4 (quatro) votos. Hoje parece que referidos descontentes diminuíram sua força, pois caíram de 16 (dezesseis) para 09 (nove) pessoas que o acompanham.
Os verdadeiros transportadores escolares de Osasco e Região, não tiveram acesso ao recinto e tiveram que realizar a assembléia no meio da via pública defronte ao endereço que os farsantes utilizaram para convocar a assembléia de fundação de outro sindicato de nossa categoria.
Existem 350 (trezentos e cinqüenta) transportadores escolares autônomos na região de Osasco-SP, e compareceram em número de 57 (cinqüenta e sete) mais 23 (vinte e três) transportadores integrantes da Federação Nacional do Transportes de Escolares, que totalizou 80 (oitenta) transportadores escolares para deliberaram votando contra a fundação de um novo sindicato, ou seja, 25% (vinte e cinco por cento) da categoria local e decidiram também, em votação, a ratificação de reconhecimento do SINTEOR – Sindicato dos Transportadores de Escolares de Osasco e Região como o único e verdadeiro sindicato da categoria local.
A central força sindical utilizou o expediente da máscara das mais cínicas patifarias.
Imagine esses farsantes com o poder de reconhecer sindicatos, como o pretendido na proposta de reforma sindical que quer passar para as centrais sindicais, o poder de reconhecer ou não os sindicatos de base, que hoje é exercido pelo Ministério do Trabalho e Emprego, será o engôdo do século no movimento sindical do Brasil.
As centrais sindicais deviam saber o que querem representar, pois no nosso caso, os transportadores escolares, mesmo os autônomos, é uma classe de empregadores, portanto patrão e não de empregados, pois exercem a profissão com seu próprio veículo tendo um monitor como seu ajudante.
Lembramos que em todo o estado de São Paulo a categoria dos transportadores autônomos de escolares têm a representação nos diversos sindicatos de categoria econômica, ou seja, de EMPREGADOR, bem como Acordo (Convenção Coletiva) assinado com o Sindicato da Categoria Profissional de Empregados de Transportadores Escolares e registrado nos DRTs.
Não entendemos porque uma central sindical de sindicatos de empregados tenta se intrometer em nossa categoria patronal.
Ademais, gostaríamos de saber quando tivermos um embate de interesses, entre o transportador escolar autônomo e seu empregado, seja motorista ou monitor, do lado de quem tais centrais ficarão, do lado do empregador transportador escolar autônomo ou do empregado (motorista ou monitor)?
Assim só nos resta manifestarmo-nos:
Abaixo o sindicalismo farsante que tenta golpear aqueles que vivem de sua força de trabalho!
Abaixo o sindicalismo que não tem qualquer representação em nossa categoria do transportador escolar, mas tenta impor-se com práticas criminosas!
Abaixo os picaretas no movimento sindical!
Viva nossa Líder Maior Lurdinha Rodrigues!
Viva os sindicatos dos Transportadores Escolares!
Viva o autêntico transportador escolar autônomo!
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