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Ano XI - Edição Nº 119 - outubro de 2003


S I M E T E S P
Pais de alunos eTransportadores da Cooprove fazem manifestação

Os transportadores de escolares que fazem o transporte de escolares pela Cooprove e  os pais dos alunos por  eles transportados fizeram manifestação em frente a Prefeitura do São Paulo, pois os transportadores não estão recebendo da Cooprove os valores dos serviços já realizados, não tendo assim, mais condições de prestarem o serviço, já que estão sem dinheiro até para abastecerem os seus veículos para irem trabalhar.      Os pais das crianças estão solidários aos transportadores, mas precisam de uma solução, pois seus filhos não estão indo para a escola desde o início das  aulas por falta do transporte de escolares.

“A Cooprove não está cumprindo com o contrato, vocês vão fazer alguma coisa?”, perguntou a comissão de mães ao Sr. Generoso, Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Transportes.

A Cooprove está recebendo da prefeitura pelo serviço que não está prestando, por isso que todos se revoltam, pois recebe  do erário público e mesmo assim ainda não repassa para os transportadores escolares, seus trabalhadores, causando todo este transtorno aos transportadores  e a  população carente que necessita deste transporte para que seu filho possa ir a escola.

O Sr Generoso, Chefe de Gabinete da Secretaria de Transportes, prometeu aos pais que seus filhos seriam transportados a partir do dia 1 de abril.

CONCLUSÃO
A prefeitura bloqueou o pagamento da Cooprove, mas terminou liberando sob a promessa deles pagarem os transportadores escolares.

No entanto o Simetesp não entendeu porque a Cooprove, apesar de descumprir o contrato, não pagar seus trabalhadores e deixar 2 meses as crianças sem transporte escolar, ainda foi beneficiada pela prefeitura e sequer sofreu qualquer penalidade.

É muito grave o que aconteceu, pois a prefeitura fica sem moral para cobrar dos individuais e das demais pessoas jurídicas o cumprimento do contrato, já que a Cooprove faz e desfaz sem nenhuma punição.

O que a Cooprove fez é passível de rescisão contratual.

Vamos aguardar para ver se a justiça será feita, mas enquanto isso parte das crianças continuam sem ter carro escolar para frequentarem as aulas.   

Assim não dá!

 
 


     
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