|
A luta pela verdade sobre a LEI DA BIOSSEGURANÇA
Prof.a Dr.a Lilian Piñero Eça
Biomédica, doutora em Biologia Molecular,coordenadora do Curso de Células tronco do CEU e do CAS e autora do livro Biologia Molecular Guia Prático e Didático
Você está diante de uma oportunidade única Este amparo é uma oportunidade única de coletar dados científicos atualizados sobre a verdadeira aplicabilidade das células tronco adultas. A dedicação contínua dos pesquisadores e equipe em geral oferece a você e seus familiares uma fonte preciosa para conduzir a sua saúde.
O que é célula tronco adulta? São as células – mãe do corpo. São encontradas no cordão umbilical e na medula óssea, dão origem a todas as células que formam o sangue e o sistema imunológico. Por isso, são utilizadas no tratamento de uma série de doenças que necessitam da regeneração desse tecidos
As células tronco adultas são um passaporte para a Medicina do futuro? O estudo das células tronco e de suas aplicações clínicas está mudando os rumos da medicina.
Descobertas no campo da medicina regenerativa levam a crer que além de dar origem às células do sangue, as células tronco têm potencial para se transformarem em células do coração, dos ossos, do cérebro, dos nervos, da pele e outros tipos de células. As indicações para o uso das células-tronco em diferentes situações têm crescido exponencialmente.
Quais são as doenças que já está sendo aplicada a terapia celular com células tronco adultas? O Brasil é um dos países pioneiros nesta área, mas é bom ressaltar que tudo está em protocolos clínicos de pesquisa, conforme descrito a seguir em ordem decrescente de evolução de estudo: Cardiopatias, doenças auto imunes (esclerose múltipla, diabetes tipo I, lúpus...), lesão de medula espinhal, derrame cerebral, nervo periférico.
Porque não devemos acreditar nas células tronco embrionárias para o tratamento das doenças? Porque não há no mundo nenhuma publicação científica que demonstre resultados benéficos para a saúde. Existem resultados científicos sobre a formação de tumores (teratomas), quando estas células são injetadas no tecido (PNSA, 2004) assim como a rejeição.
|